sábado, 28 de abril de 2012

Parabéns Rede Jovem, Casa Cheia

Foi Lindo O culto da Rede Jovem, muitos jovens participaram, o próximo vai ser melhor. O interessante a Igreja não compareceu, só jovens e alguns irmãos.
Direção do Culto: Pra. Andrea
Louvor:  Banda Kadosh,
Testemunho: ( Éx Viciado) Dc. Josvilson,
Mensagem:  Bispo Levi " Evangelismo em Rede Sociais"



terça-feira, 24 de abril de 2012

Começa o Desafio ( A Reconstrução )


Nosso 1º dia de reconstrução do Templo, trabalhando com amor e dedicação. O desejo de ampliar para que mais pessoas possam congregar conosco, recebendo o melhor de Eloim(Deus) para Suas Vidas.








Sabemos que o nosso trabalho não é vão em Adonay, mas tem uma recompensa.


Que você seja um daqueles que  Adonay ( Senhor), chamará para realização desse projeto.
Doe sua oferta, de acordo com o que Eloim ( Deus) propor no seu coração.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O Cachorrinho Manco





Olhando para uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes 'a venda. "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse:

- "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"

O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.

Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:]

- "O que é que ha com ele?"

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse: - "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"

O dono da loja respondeu:

- "Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente."

O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:

- "Eu não quero que você o de para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, ate completar o preço total."

O dono da loja contestou:

- "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."

Ai', o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calca para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:

- "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."

DEUS AMA VOCÊ, DO JEITO QUE ÉS. ELE ENTENDE VOCÊ, NENHUM DOS SEUS DEFEITOS É MAIOR QUE O SEU AMOR.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

CONSTRUIR UM TEMPLO PARA LOUVOR A DEUS

Quero agradecer aos mais de 7 mil acessos, 1110, só esse mês. Obrigado a todos pelo carinho, espero que de alguma forma esse blog, através de suas postagens, matérias, ajudem suas vidas espiritual. Obrigado aos, precisamente 17 países que acessaram-nos, que Deus possa vos abençoar, espero que  cada vez mais possar ser util a todos voceis. Venho pedir a todos orações pois agora no mês de abril, estamos dando inicio a uma grande construção da nossa sede própria. tenho certeza que Deus vai prover os recursos necessários usando pessoas para nos ajudarem nessa grande empreitada. Quero levantar um clamor a Deus em todas as partes do mundo, onde se acessam esse blog. Nos ajudem, a construir um sonho, sei que existem no mundo pessoas generosas, as quais Deus confiou grandes coisas, e se você for uma delas nos ajude, se assim Deus tocar em teu coração. Um forte abraço, do seu amigo, Bispo Levi Costa.
" Nao sou Pastor por Profissão, sou Pastor por Vocação" Bispo Levi Costa

terça-feira, 10 de abril de 2012

PRIMÍCIAS - SANTIFICANDO MINHA CASA

Veja o que diz a Bíblia em Ez. 44.30 " Igualmente as primícias de todos os primeiros frutos de tudo, e de toda a oblação de tudo, de todas as vossas oblações, serão para os Sacerdotes; também as primeiras das vossas massas dareis ao Sacerdote, para fazer repousar uma benção sobre a vossa casa". Há pessoas que não são apegadas ao dinheiro, mas o gastão de forma errada, a outros que amam o dinheiro, e não permitem que nem um centavo saia do seu bolso. Estes dois tipos de pessoas nunca prosperarão, pois não entendem que a liberalidade vem de fazer o emprego correto do dinheiro. A bíblia nos orienta a sermos liberais, ou seja realizarmos a liberalidade. Há uma lei natural no mundo, que foi Deus quem criou, e Jesus falou dela " O que semeia muito, colhe muito, o que semeia pouco, colhe pouco". Não há como alguém provar da prosperidade financeira sem usar a lei da liberalidade. É bíblico trazer ofertas a Deus, ( oferta não é o que sobra, mas o que oferecemos a Deus com sacrifício, ou seja quando não se pode doar), Dízimo ( Décima parte de tudo que ganhamos, com isso reconhecemos o senhorio de Deus sobre nossa vida), Primícia ( Um dia do meu trabalho, devo entregar na mão do meu líder espiritual, O Sacerdote, aquele que Deus levantou para me guiar no Reino de Deus. A questão das doações para Deus, não estão relacionadas a valores altos, mas na atitude de obediência a Ele. Obedeça sempre a Deus.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A Origem da Páscoa











O nome e o significado da palavra "páscoa"

O nome que a Bíblia Hebraica usa para denominar "páscoa" é pesah. Com a palavra pesah o texto bíblico quer significar duas coisas:

1. o ritual ou celebração da primeira festa do antigo calendário bíblico (Ex 12.11,27,43,48);
2. a vítima do sacrifício, isto é, o cordeiro pascal (Ex 12.21; Dt 16.2,5-6).

Na Bíblia, o nome de uma pessoa ou instituição é sempre um dado importante para se conhecer o que eles são e o que representam. O nome não é um simples rótulo, uma etiqueta ou uma fachada publicitária, mas ele exprime a realidade do ser que o carrega e representa. Assim é o nome "páscoa".

O substantivo pesah/páscoa vem da raiz verbal psh que aparece três vezes nos relatos pascais (Ex 12.13,23,27; ler também Is 31.5; 1 Rs 18.21,26). Assim, o verbo pasah passar por cima, saltar por cima é o significado que prevalece nos usos deste termo pelos escritores e escritoras da Bíblia. O Prof. Luiz Roberto Alves assim definiu o termo pesah/ páscoa: "O verbo que dá base ao substantivo pesah tem o sentido de salto, movimento, caminhada, travessia. Todas as palavras têm história e essa história corresponde às ações dos homens e mulheres. Os hebreus juntaram à idéia do pesah vários acontecimentos ligados à idéia de travessia" (Expositor Cristão, 2a. Quinzena, 1984,p. 12).

A origem da Páscoa

Falar de origem da Páscoa é entrar no campo das suposições, pois não há dados suficientes que ajudem a esclarecer sobre essa celebração no período pré-mosaico. Todavia, os textos do Antigo Testamento fornecem indicações que a Páscoa, em suas origens, foi um ritual ou cerimônia que incluía as seguintes características:

a) O ritual era realizado no seio da família ou clã; não tinha altares, santuários e sacerdotes ou qualquer influência do culto oficial;
b) Era celebrado por pastores nômades ou seminômades;
c) O ato central desse ritual era o sacrifício de um jovem animal do rebanho de cabras ovelhas;
d) A cerimônia ocorria no fim da primavera e início do verão (mês de abril), numa noite de lua cheia;
e) O ritual da celebração pascal incluía as seguintes etapas:

Retirava-se o sangue do animal,
Ungia a entrada das cabanas com o sangue do animal,
Assava a carne do animal,
Com a carne assada, fazia um grande banquete para a família reunida,
O banquete oferecido incluía a presença de pães ázimos ou asmos, ervas amargas nascidas no deserto,
A celebração da Páscoa exigia dos participantes desse ritual as seguintes posturas: Ter uma atitude de marcha e pressa, Usar vestimenta para viagem, Ter as vestes amarradas na cintura, Atar as sandálias nos pés, Ter o cajado de pastor na mão.

f) Parece que o objetivo dessa cerimônia era pedir proteção divina, para a família e o seu rebanho de animais menores contra o exterminador (no hebraico, maxehit - Ex 12.13, 23) ou saqueador, bando de destruição (1 Sm 13.17; 14.15; Pr 18.9). O exterminador maxehit pode ser qualquer tipo de agressor, desgraça, enfermidade, peste ou acidente que poderia ocorrer com qualquer membro da família ou os seus animais.
g) Provavelmente, esse ritual foi celebrado por Abraão, Isaac e Jacó, pois eles eram pastores. A cada ano, na primavera, quando o vento quente do deserto, anunciando o verão, atingia e queimava as parcas pastagens das ovelhas, os pastores, suas famílias, bem como os seus rebanhos eram obrigados a buscar outros lugares para dar de comer as suas ovelhas.

A Páscoa celebrada pelos israelitas: da sedentarização até o início da Monarquia (1200 - 1040 a.C.).

Evidentemente que o sistema de vida dos israelitas mudou substancialmente após a chegada a Canaã.

a) O povo israelita deixou de ser semi-nômade e deu início ao processo de sedentarização. Paulatinamente, o povo foi se tornando agricultor, embora parte dele continuou na vida pastoril, especialmente, as clãs que permaneceram vivendo nas localidades periféricas do território da terra de Israel.
b) Ao se fixar nas terras agrícolas, os israelitas aproximaram-se dos cananeus. Foi aí que o povo do êxodo conheceu algumas festas relacionadas ao mundo agrícola. Entre essas instituições estão as festas agrícolas, como Ázimos, Semanas e Colheitas.
c)Foi nesse período de difícil adaptação que se dá a integração da Festa dos Pães Ázimos e a Páscoa. As duas celebrações ocorriam no mesmo período.
d) No período entre a chegada do povo israelita à Canaã e a sedentarização ocorreu uma profunda transformação no significado da Páscoa.

* O conteúdo e a forma da cerimônia da primitiva da Páscoa já não respondem as condições de vida atuais do povo israelita. Exigiam-se modificações.

* Apesar da Páscoa manter boa parte de seu antigo ritual, o povo israelita procurou encontrar outros motivos para a celebração.

* A cerimônia continuou a ser celebrada em família, mas a Páscoa deixou de ser um ritual ligado à troca de favores divinos, para tornar-se uma memória da ação de Deus, salvando o povo hebreu da escravidão.

e) O mais primitivo ritual da Páscoa encontra-se em Êxodo 12.21-28.

I. Instrução de Javé para Moisés e Aarão - v. 21-27a.

1. Introdução: Moisés convocou todos os anciãos de Israel e disse-lhes:
2. A instrução para a missão de Moisés e Aarão - v. 21b-27a.
2.1. Instruções para a Páscoa - v. 21b-22

Tirai,
Tomai um animal do rebanho segundo as vossas famílias e Imolai a Páscoa.
Tomai alguns ramos de hissopo,
Molhai-o no sangue que estiver na bacia, e Marcai a travessa da porta e os seus marcos com o sangue que estiver na bacia;
Nenhum de vós saia da porta de casa até pela manhã

2 - Razão para celebrar a Páscoa - v. 23

e Javé passará para ferir os egípcios; e quando Ele vir o sangue sobre a travessa, e sobre os dois marcos, Ele passará adiante dessa porta, e Ele não permitirá que o exterminador entre em vossas casas para vos ferir.

3 - Ordem para a celebração da Páscoa - v. 24-25

Observareis esta determinação como um decreto para vós e para vossos filhos, para sempre.

Quando tiverdes entrado na terra que Javé vós dará, como disse, Observareis este rito.

4 - Explicação sobre a festa e o significado no nome ´páscoa` - v. 26-27a.

Quando vossos filhos vos perguntarem: "Que rito é este?"
Respondereis:
"É o sacrifício da Páscoa para Javé que passou adiante das casas dos filho
Então o povo se ajoelhou e se prostrou.
Foram-se os filhos de Israel e fizeram isso, como Javé ordenara a Moisés e a Aarão, assim fizeram.

Comentando:

A forma literária com a qual este ritual foi elaborado é perfeita.

Primeiro, o texto mostra Moisés convocando os anciãos do povo, a mando de Javé (conforme Ex 12.1), para preparar a festa da Páscoa (v. 21b-22).
Segundo, Moisés instrui, com detalhes, os anciãos para preparar os elementos que comporiam o ritual (v.21b-22).

Terceiro, Moisés fornece as razões para aquele ritual, bem como o uso do sangue de uma ovelha e o hissopo (planta aromática - Nm 19.6; Sl 51.9): o motivo da festa é afugentar o medo do vento exterminador que ameaça as casas do povo hebreu (v. 23).

Quarto, a ordem para celebrar a Páscoa tem uma dimensão profética. A Páscoa vai além da contagem do tempo humano, cronológico. A celebração não encerra um simples agradecimento, pela libertação da escravidão e a concessão da terra para morar, criar a família e plantar para obter o alimento. A celebração possui a dimensão profética da contínua presença salvadora de Deus junto ao seu povo. Jesus captou essa amplitude da celebração quando disse: "Fazei isso em memória de mim... até que Ele venha" (1 Co 11.24b e 26b).
Quinto: os versos 26-27a providenciam a explicação do nome "Páscoa" para as gerações e gerações de salvos da escravidão. Com isso, o texto bíblico quer mostrar que essa celebração da Páscoa possui uma novidade. Ela não é mais dominada pelo medo do Faraó ou dos outros possíveis "exterminadores" que possam haver nos caminhos do povo de Deus. A celebração da Páscoa, do povo liberto e instalado na terra de Canaã, passa a ser marcada pela alegria e certeza da presença de Deus entre o povo liberto e salvo.
Sexto: os versos 27b-28 assinalam o cumprimento da ordem divina para celebrar a Páscoa.

Observações

(1) A prescrição sobre a celebração da Páscoa (Ex 12.21-28) é legitimada pelo editor do livro de Êxodo. Assim, o cabeçalho deste capítulo (Ex 12.1) afirma que a prescrição da Páscoa (12.21-28) é autorizada por Javé. Eis a sua lógica:

1. Javé comunica a Moisés e Aarão;

2. Moisés e Aarão ouvem as ordens de Javé;
3. Moisés e Aarão obedecem e comunicam aos anciãos de Israel.

(2) A celebração continuava a ser celebrada em família. A Bíblia ensina que a família constitui o fundamento para o projeto de sociedade que Deus propõe para a humanidade.

(3) Foram mantidos vários elementos na celebração: ovelhas e ramos de hissopo (erva aromática). Evidentemente que houve algumas modificações, em razão da nova situação de vida do povo, agora, vivendo em Canaã.

(4) Todavia, a antiga Páscoa foi "relida" e "re-significada". O antigo culto dos pastores semi-nômades possuía a função de controlar as forças da natureza. Por exemplo, os povos anteriores aos hebreus acreditavam que oferecendo em sacrifício o filho primogênito, poderia controlar a bênção e a ira divina. Como na cerimônia da primitiva páscoa, os pastores acreditavam que poderiam amenizar a ira divina do "vento destruidor".

(5) Na verdade, o povo bíblico tomou antigos costumes dos povos vizinhos e os converteu em instrumentos de preservação e ensino da fé. No caso da Páscoa, o povo bíblico tomou uma cerimônia pagã, que girava em torno de uma magia, e a transformou em um sinal da presença salvadora de Javé. Em outras palavras, a nova celebração da Páscoa mostra que a fé não é um dado doutrinário ou mágico, mas um gesto história de Javé.

IV - Da sedentarização do povo de Israel ao período monárquico.

Após os acontecimentos que envolveram a saída do Egito - a difícil caminhada pelos desertos, os muitos "sinais e maravilhas" realizados por Javé e o cumprimento da promessa de "uma terra que mana leite e mel" - o povo bíblico juntou à idéia da Páscoa aos acontecimentos acima descritos. A Páscoa dos nômades deixou de ser uma cerimônia mágica que procurava afugentar o medo do "exterminador", que se supunha estava próximo, para se tornar uma afirmação concreta da plena liberdade que Javé dá.

* Foi nesse momento que o povo bíblico tomou consciência que a sua fé em Javé não era uma formalidade a mais entre os povos do Antigo Oriente. Javé não é definido pelo seu ser, mas pela sua atuação na história: Ele ouviu o grito angustiado dos/as escravos/as do Egito e providenciou os meios para a libertação deles (Ex 3-4);

* A celebração da Páscoa, agora reformulada e "re-significada", passa afirmar que a fé bíblica é histórica, e que tem seu fundamento nos acontecimentos salvíficos relatados nos livros de Êxodo, Números e Deuteronômio, especialmente;

O outro ritual da Páscoa, relatado em Êxodo 12.1-14, provavelmente, representa a segunda forma litúrgica mais primitiva, entre todas incluídas no Antigo Testamento. Ao tornar-se sedentário, o povo de Israel mudou substancialmente seu sistema de vida:
* de escravos tornaram-se livres;
* de pastores tornaram-se agricultores;
* de semi-nômades tornaram-se sedentários.
* A história da salvação do Egito não é ensinada, nas casas e nos cultos, como uma doutrina, mas como um fato histórico, isto é, um milagre de Deus ocorrido na história de seus pais;
* A fé em Javé, através da celebração da Páscoa, tornou-se uma força transformadora;
* do medo à coragem;
* da magia a atos concretos da atuação de Javé;
* da escravidão à liberdade.
* O nome da festa, pesah saltar - o saltar do vento destruidor, demoníaco - passa significar, em conexão com a história de libertação dos hebreus, passar por cima de, saltar para a liberdade;
* O sacrifício de um cordeiro deixa de ser um simples sacrifício de sangue para se tornar uma memória dos atos salvíficos de Javé. Por isso, a celebração da Páscoa passa a ser prescrita como "uma Páscoa para Javé".

V - A Páscoa no período monárquico.

* Há silêncio sobre a celebração da Páscoa, exceto o profeta do Reino do Norte Oséias que critica o povo pela ausência da celebração Os 12 ).

VI - Da celebração caseira para a cerimônia no Templo de Jerusalém.

O rei Josias (642-609 antes de Cristo) empreendeu uma ampla reforma no Reino de Judá (O Reino de Israel já tinha sido destruído em 722 a.C.).

* Por determinação do rei Josias, a Páscoa passou a ser celebrada, oficialmente, no Templo, em Jerusalém (Dt 16.1-8);
* A reforma equipara a Páscoa a uma festa de peregrinação (ver a coleção "Salmos das Subidas" (Sl 120-134);
* O gado maior (boi ) passa a ser admitido como vítima para o sacrifício;
* Surgiu a permissão para cozer a vítima, em lugar de assá-la;
* A memória do êxodo do Egito continuou sendo o motivo principal da celebração.

VII - A Páscoa no exílio babilônico (598-537 anos antes de Cristo)

Durante o exílio na Babilônia, o povo exilado desenvolveu a esperança de que Javé poderia libertar, de novo, Israel. Este tema é muito abordado pelo profeta anônimo do exílio, cujas palavras foram editadas no livro de Isaías, capítulos 40 a 55.

* Desaparece a atividade cultual no Templo (destruído em 587 a.C.). Surge a Sinagoga e cresce a produção literária;
* Volta o sacrifício da rês menor (ovelhas e cabras);
* A celebração volta para a família e o ritual de sangue volta a ter o sentido de símbolo da defesa contra o "exterminador";
* Percebe-se pequenas variações na celebração:

não jogar fora algumas partes do animal sacrificado;
não quebrar os ossos do animal sacrificado;
permissão para celebrar a Páscoa no 2o. mês para quem não pôde sacrificar no 1o. mês (Nm 9.1-14);
passou a ser permitida a participação de estrangeiros.

* Começou aparecer uma distinção entre Páscoa e Ázimos, como celebrações distintas:
Festa dos Ázimos: nos dias 1 a 7 do primeiro mês do ano;
Festa da Páscoa: no dia 14 do mesmo mês.

  1. VIII - Páscoa no período Grego

  2. * Os livros de 1 e 2 Crônicas e Esdras indicam que a Páscoa preservou alguma cerimônia para o Templo, mas a refeição pascal foi mantida no templo;
  3. * O gado maior foi readmitido como parte da cerimônia;
  4. * A carne deve ser assada e não cozida;
  5. * O leigo executa o ritual de sangue (2 Cr 30.21; 35.11);
  6. * Páscoa e Ázimos voltam a integrarem-se;
  7. * O levita passa a ter um papel relevante na celebração;
  8. * A música passa a ser parte da celebração;
  9. * O copo de vinho passa a ser parte da cerimônia;
  10. * A Páscoa retornou ao Templo como parte do culto oficial, mas preservou-se a refeição para o ambiente familiar.

Resumindo

1. A Páscoa pré-mosaica é marcada pelo medo do exterminador maxehit. O ritual tinha algo de "magia" para afugentar os males. É bom lembrar que, nessa época, o povo sacrificava os primogênitos recém-nascidos para ganhar favores divinos (conforme Gn 22);

2. O povo bíblico tomou todos os costumes e práticas pagãs e os passou pelo crivo da fé javista. Tanto no sacrifício dos primogênitos (Gn 22), como no ritual da Páscoa, o povo bíblico converteu tais cerimônias às práticas e confissões de fé javistas. Em ambas situações, o medo prendia as pessoas e forçava-as a praticarem cerimônias inúteis e criminosas. Foi Javé quem abriu os olhos do povo bíblico. Este se tornou um missionário entre as nações para anunciar as boas novas:

"Não temais! Eis que vos trago uma boa nova que será para todo o povo" (Lucas 2.10).

A Páscoa anuncia o fim do medo e, conseqüentemente, a confirmação da confiança em Deus.

3. A celebração da Páscoa não é uma cerimônia de nostalgia do passado; não é uma festa da saudade onde heróis e heroínas são lembrados/as por seus atos de valentia; também não é um ritual que procura romantizar o passado, lembrando e homenageando certas figuras da história.

4. Na Bíblia, dois verbos sobressaem-se: "lembrar" e "esquecer". Quando a Bíblia apela para que o povo lembre dos grandes atos de Javé (conforme Ex 13.3), ela está procurando construir o futuro da nação. A memória dos grandes atos salvíficos de Deus mobiliza a fé da sociedade e fortalece o povo para esperar as boas novas do Reino de Deus. Esquecer o que Deus fez e faz significa a tragédia da humanidade.

5. Celebrar a Páscoa é resgatar os atos salvíficos de Deus no passado, acreditando que Ele possa fazer o mesmo, entre nós, no dia de hoje. A memória do passado salvífico - seja da libertação no Egito, seja da vida e obra de Jesus Cristo - restaura as forças dos/as crentes celebrantes para o testemunho.

6. Na verdade, a memória carrega o sentido de redenção, seja dos atos salvíficos de Deus, através da história, bem como a redenção das causas justas do passado. Assim, a memória resgata tanto a vida e obra de Jesus como a luta dos pobres pela dignidade de viver. Pela memória, redimimos o desejo e a luta deles. Assim, se esquecermos os desafios do povo de Deus no Antigo Testamento, os ensinos de Jesus Cristo ou os anseios justos do povo fiel, pomos a perder o sentido desses projetos. A intenção da celebração da Páscoa afirmar que cada geração de celebrante tem o dever de pôr em prática os verdadeiros e justos projetos das gerações do passado.


| Autor: Prof. Tércio Machado Siqueira | Divulgação: estudogospel.com.br |






terça-feira, 3 de abril de 2012

VISÃO CELULAR NO MODELO DOS 5

Sabemos que todos os modelos da Visão Celular, tem objetivo de ganhar almas. Todos os modelos são estratégias da sabedoria que Deus deu ao homem. Deus nos disse " Ide", a forma de como ir depende da estratégia de cada pessoa convocada. O modelo tradicional de evangelização que se utiliza hoje, como grandes concentrações, shows, etc..., juntam muita gente, mas os objetivos não são alcançados de acordo com as metas do Reino de Deus. Grandes eventos hoje em dia, serve mais para promover alguém do que promover o evangelho. Devemos observar como tudo começou naquele pequeno grupo. Jesus nos três anos e meio do seu ministério, ,não chamou para junto de si uma multidão, mas um pequeno grupo, que dia a dia os ensinava e os preparava para realizarem obras ainda maiores do que as que Ele realizara, a multidão o seguia, mais discípulos mesmo, era o pequeno grupo. Os dias passaram e Jesus termina sua missão e tem que voltar para o Pai, o grupo fica em desespero, sem saber como da continuidade aquele projeto tão audacioso, se sentiam incapazes. O mestre vai , e os manda aguardar a vinda do sucessor, que iria chegar para está com eles todos os dias até o seu retorno, assim logo depois de subir aos céus, alguns dias depois, o Espirito Santo chega para conduzir o grupo, dando continuidade a obra de Jesus. As perseguições eram grandes, cristãos morriam todos os dias, e outros também, recebiam a Jesus todos os dias, e assim de casa em casa, de vila em vila, de povoado a povoado, foi anunciado o reino de Deus. A igreja em células vem desde os primeiros dias da igreja na terra. Ao lermos o livro de Atos dos Apóstolos, encontramos as histórias de reuniões em várias residências, e paulo continua a relatar em suas cartas, a forma que se realizavam as reuniões. O tempo passou, a igreja esqueceu, esse modelo que trás grande resultado, mas que exige compromisso e esforço dos lideres. Graças a Deus que um homem, começou a fazer outra vez o que a Igreja tinha deixado de praticar. Em 1964 o Pr. Pool Yong Shoo, começou a realizar esse projeto tão expressivo, que hoje muitos lideres de várias denominações, estão recriando, aderindo. Precisamos acompanhar o crescimento global, alcançando as pessoas para Deus. Vamos arregaçar as mangas e trabalhar enquanto é dia pois a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.



ACALMA MEU ANSIOSO CORACAO
ACALMA MEU ANSIOSO CORACAOLançamento
Autor:Linda Dillow
Título:Acalma meu ancioso coração
Gênero:Crescimento Espiritual
Páginas: 257
Formato: 14x21cm
Edição:Ago/2011
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DVD GRACA E PERDAO
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Título:Graça e Perdão (Amish Grace)
Gênero: Drama
Duração: 89 Minutos
Áudio: Inglês/Português
Formato de Tela: Widescreen
Legendas:Português/Espanhol
Lançado no Brasil: 2011
Ano de Produção: 20
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DVD: O Julgamento
Diretor: Robert Whitlow
Gênero: Drama
Código de Barras: 7898063166312
Código Interno: BDV-631
Ano de Produção: ©2010
Lançamento no Brasil: Agosto/2011
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Título:As Aventuras do Pequeno Peregrino ()
Gênero: Drama
Duração: 109 Minutos
Áudio: Inglês/Português
Formato de Tela: Widescreen
Legendas:Inglês/Português
Lançado no Brasil: 2011
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Título:Cartas para Deus (Letters to God)
Gênero: Drama
Duração: 113 Minutos
Áudio: Inglês/Português
Formato de Tela: Widescreen
Legendas:Português
Lançado no Brasil: 2011
Ano de Produção: 2010
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Título:Bênção e Maldição
Gênero: Drama
Duração: 105 Minutos
Áudio: Inglês/Português
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Lançado no Brasil: 2011
Ano de Produção: 2010
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Título: Venha O Que Vier (Come What May)
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segunda-feira, 2 de abril de 2012

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CD BUILDING 429 IRIS TO IRIS
Titulo: Iris to iris
Interprete: Building 429
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CD ALVIN SLAUGHTER - THE FAITH LIFE
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Interprete: Alvin Slaughter
Titulo: The Faith L
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CD CANCOES DE NINAR - ADORACAO
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Intérprete: Vários intérpretes
Título: Canções
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DVD CHICAGO MASS CHOIR JUST HAVING
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# Interprete:Chicago Mass Choir
# Título:Just H
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DVD HEZEKIAH WALKER E THE LOVE F. CHOIR
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# Interprete:Hezekiah Walker e The Love Fellowship
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DVD EM BUSCA DA ARCA DE NOE
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Título: Em Busca da Arca de Noé
Gênero: Documen
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SUA VIDA A PROVA DE FOGO
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Autor:Michael Catt
Título:Sua Vida à Prova de F
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ABALADO, JAMAIS DESTRUIDO
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# Autor:Matthew Hagee
# Título:Abalado, jamais
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201 SEGREDOS PARA UMA VIDA SAUDÁVEL
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INFORMAÇÕES

Gênero: Saúde/Medicina/Vida Cr
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CD MÚSICAS PARA O SEU CASAMENTO - TRIPLO
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Intérprete: Vários
Título:Músicas para o seu ca
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DVD Michael W. Smith - Live In Concert - A 20 Year Celebration
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Título: Michael W. Smith - 20 years celebration
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Salva-Vidas
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Título: Salva-Vidas
Autor: Todd Hafer, Vicki J.
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