quarta-feira, 30 de novembro de 2011

VOCÊ FOI CHAMADO PARA GANHAR PESSOAS

QUE A PAZ DE DEUS , SEJA COM VOCÊ. SE VOCÊ DESEJA FAZER PARTE DA NOSSA IGREJA. NÃO IMPORTA ONDE VOCÊ ESTÁ. EM QUALQUER PARTE DO MUNDO NOS PODEMOS TE EVANGELIZAR. LEVANDO ATÉ VOCÊ A PALAVRA DE SALVAÇÃO, ATRAVÉS DE YESHUA. ENTRE EM CONTATO, E TE DAREMOS TODAS AS INFORMAÇÕES DE COMO IMPLANTAR UMA CÉLULA AI ONDE VOCÊ MORA. SE VOCÊ ESTA LENDO ESTA MENSAGEM, É PORQUE DEUS TE ESCOLHEU PARA LEVAR SUA PALAVRA PARA AS PESSOAS. JESUS TE AMA, ELE DEU A VIDA POR VOCÊ, AGORA FAÇA ALGUMA COISA POR ELE.

SE ELE DEU SEU CORAÇÃO

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ele esta com você

Que a paz de Deus que excede todo conhecimento, seja com você nesse dia de hoje. Lembre-se: Deus sempre esta no controle de cada situação. A partir de hoje não diga , eu tenho um problema, mas, diga eu tenho um desafio. Todos os dias Yeshua permite que situações adversas nos ocorra, simplismente pelo fato de nos preparar dia a dia. Tenha certeza, Ele esta com você agora, nunca pense que Ele esta longe, Ele sempre esta perto de você, mesmo quando parace que Ele não esta da forma que você quer, Ele esta da forma que tem que esta.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SALVOS POR UM COPO DE LEITE

SALVOS POR UM COPO DE LEITE!
Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, estava com muita fome e só lhe restava uma pequena moeda no bolso.
Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deve nada - respondeu ela. E continuou: - Minha mãe sempre nos ensinou a ajudar as pessoas.
- Pois te agradeço todo coração, a você e à sua mãe.
O rapaz saiu daquela casa não só refeito fisicamente, mas também com sua fé renovada em Deus e nos homens. Ele já havia resolvido abandonar os estudos devido às dificuldades financeiras que estava passando, mas aquele gesto de bondade o fortaleceu.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, para se tratar.
O médico de plantão naquele dia era o Dr. Howard Kelly, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos e de pronto foi ver a paciente.
Reconheceu-a imediatamente e determinou-se a fazer o melhor para salvar sua vida, passando a dedicar-lhe atenção especial. Contudo, nada lhe disse sobre o primeiro encontro que tiveram no passado.
Depois de uma terrível batalha, eles finalmente venceram aquela enfermidade.
Ao receber alta, ela teve medo de ver a conta do hospital, porque imaginava que levaria o resto da sua vida para pagar por aquele tratamento tão caro e demorado. Quando, finalmente, abriu a fatura, seu coração se encheu de alegria com estas palavras: "Totalmente pago - há muitos anos - com um copo de leite - ass.: Dr.Howard Kelly." Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico.
"Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã."

AMOR NA LATINHA


[Um fato real]

Dois irmãozinhos maltrapilhos, um de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo comida de porta em porta.

Depois de muitas portas na cara, acabaram ganhando uma latinha de leite condensado.

Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O maior fez um furo na latinha, levou-a à boca, sorveu só uma gotinha e passou a lata para o menor.
- Agora é a sua vez.

O pequeno chupava o leite condensado com um prazer indescritível.

Para evitar que ele bebesse muito depressa, o maior tomava-lhe a lata e dava à entender que ia beber à vontade, mas, só molhava os lábios, para deixar mais leite para o caçula.
- Agora é a sua vez. Só um pouquinho, heim...
Quando o leite acabou, o mais velho começou a cantar, a sambar e a jogar futebol com a lata vazia. Estava radiante.

O estômago vazio, mas o coração cheio de alegria.

E recomeçaram sua caminhada de porta em porta.


A ninguém devais coisa alguma,
senão o amor recíproco.

Romanos 13.8
Autor desconhecido.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

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AGRADECIMENTO

Quero agradecer aos nossos leitores, nos Estados Unidos, Alemanha, Russia, Ucrânia, Italia, Brasil. Que sempre estão acessando nosso blog. Para entrar em contato conosco, é so nos enviar um email para levinatal@hotmail.com   . Deus abençõe suas vidas. Vocês são muito importantes para nós. Bjus no coração.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A VERDADE SOBRE O NATAL

O NATAL VEIO DO PAGANISMO.
PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.
Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".
Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".
Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.
Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho."  (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).


2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."
O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."


3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.
Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.
Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL
 A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."
Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à  noite.
PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."
Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito.      -      Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"      -     É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um  com o seu próximo;"  (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte."  (Prov 16:25).
Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:
  "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram."  (Os 4:13)
  "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti."  (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.

6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?
Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".
O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)
Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
  "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."
7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?
Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.
Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.
Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.
O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.
8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO"  PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?
Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:
  "Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ...".  (Deut 12:30-31)
  "Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...    Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).
Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.
Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":
    "Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã 4.24).
O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17).  E a Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão:
    "Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9).
A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.
    "E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mat 15:6).
    "Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..."  (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!
9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS
Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?
  "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)
10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?
Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).
Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14)  que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte  (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).
Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
·        Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
·        O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
·        O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
·        Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.
Temos a seguinte correspondência:
Mês (número)
Mês (nome, em Hebraico)
Turnos
Referências
1 Abibe ou Nissan = março / abril 1 e 2 Êxo 13:4 Ester 3:7
2 Zive = abril / maio3 e 4 1Re 6:13
3 Sivan = maio / junho 5 e 6Est 8:9
4 Tamuz = junho / julho 7 e 8 (Abias) Jer 39:2; Zac 8:19
5 Abe = julho / agosto 9 e 10Núm 33:38
6 Elul: agosto / setembro 11 e 12 Nee 6:15
7 Etenim ou Tisri = setembro / outubro 13 e 141Rs 8:2
8 Bul ou Cheshvan  = outubro / novembro 15 e 16 1Rs 6:38
9 Kisleu  = novembro / dezembro 17 e 18 Esd 10:9; Zac 7:
10 Tebete = dezembro / janeiro 19 e 20 Est 2:16
11 Sebate = janeiro / fevereiro 21 e 22 Zac 1:7
12 Adar = fevereiro / março 23 e 24 Est 3:7                                                    
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").
Em 1999, Hélio de M. Silva adaptou (excluiu/adicionou/modificou) algumas poucas palavras e até parágrafos de um estudo que estava em 18 sites de língua portuguesa, nenhum dando o nome do autor, mas parecendo ser tradução/adaptação do livreto "The Plain Truth About Christmas", publicado em 195x pela Worlwide Church of God (Armstrongnianismo melhorado?)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O QUE É ALIANÇA!

A Aliança para Multiplicar

Ap. Renê Terra Nova 


“E firmarei minha aliança contigo, e extraordinariamente te multiplicarei” (Gênesis 17:2)

Neste versículo, Deus está dizendo: “Vou fazer um exagero de multiplicação na sua vida”. Se fosse eu falando, dentro das minhas limitações, você poderia até avaliar, mas é Deus falando. Isso é algo fora do comum, fora do natural, grandiosamente estrondoso. Entramos no tempo das grandes multidões, mas precisamos saber que só há uma fórmula para o crescimento extraordinário de Deus se manifestar na vida de alguém que decide receber esta unção: estando em aliança com o Senhor. O crescimento é uma herança muito grande, mas toda herança só virá mediante alianças que a respaldem. A Visão Celular tem princípios e, se quisermos receber esta herança de crescermos extraordinariamente nela, devemos aprender a honrar os princípios da aliança que temos com Deus e com os líderes que estão sobre nós. Vejamos estes princípios:

Aliança exige de nós a obediência

Os líderes que mais obedecem são os que mais frutificam. Para obedecermos, não precisamos concordar. Precisamos romper com muitos individualismos, se quisermos frutificar. Enquanto estivermos nos nossos projetos pessoais, não fluiremos. A aliança nos leva a confrontos e a abrir mão de conceitos pessoais e particulares. É um acordo entre duas pessoas que decidem por princípios já escritos, já existentes, e não por acordos que ainda serão criados, inventados. Por causa da aliança, virá a herança e esta é a multiplicação. Todos que fazem aliança multiplicam.

A aliança obedece a uma hierarquia

Você está em aliança com seu líder, que tem uma aliança com seu Pastor, que está em aliança com o Apóstolo, que recebeu o derramar da unção de conquista de multidões, e todos estamos em aliança com Deus. A unção derramada nessa hierarquia passa por nós e chegará até a última pessoa que nascerá na Visão Celular no Modelo dos 12. Todos estamos debaixo da mesma unção, da mesma herança, por causa de uma só aliança, que tem seu lado mais forte, e seu lado mais fraco, que pode ter sua dificuldade, mas tem muito mais vitórias do que derrotas.

Aliança tem lucros e perdas

Deus vai lhe dar uma multidão, uma herança como resultado da sua aliança, que pode ter dor e alegria, e isso é uma verdade agora, não uma profecia. Não podemos andar iludidos de que ela não tenha seus “altos” e seus “baixos”. Podemos exemplificar isso com o casamento. Os casados passam por problemas, mas não desistem do casamento, se estiverem em aliança, pois ela é firme e faz com que não se desista. Há momentos na aliança em que ganhamos, e há momentos em que perdemos. Às vezes, dizemos: “É inadmissível. Como foi que perdi?”. E, às vezes, falamos: “Nem trabalhei por isso, como foi que ganhei?”. Como Deus é generoso, somos perseguidos e alcançados pelas bênçãos de Deus até a vinda de Jesus.

A aliança independe da idade

Para cada idade, cada nível de maturidade, há uma fase da aliança: “Depois de o ter desmamado, ela (...) o levou à casa do Senhor, em Siló; e era o menino ainda muito criança” (I Samuel 1:24). O menino era o profeta Samuel, que ungiu o rei Davi quando este ainda era jovem. Josias tinha oito anos quando começou a reinar em Israel. Reinou por 31 anos e enquanto viveu, não deixou de seguir ao Senhor, Deus de seus pais (II Crônicas 34:32).

A aliança independe da posição social

Para cada tipo de posição social, há uma fase da aliança: “Então, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus.” (Lucas 6:20)

“Havia ali um homem chamado Zaqueu, o qual era chefe de publicanos e era rico (...) Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa; porque importa que eu fique hoje em tua casa.” (Lucas 19:2-5)

A aliança independe da posição espiritual

Para cada nível espiritual, há um nível de aliança. Se for com seu líder, haverá um nível de bênção e de guerra espiritual. Com seus 12, será outro nível. Assim é com seu Pastor e com o Apóstolo. É sempre assim. Chegará o dia em que não conversaremos nenhum tipo de conversa fútil. Toda nossa conversa será frutífera. A sua boca vai destilar o óleo mais precioso da unção e da glória de Deus.

Um homem de aliança acrescenta o seu rebanho

O líder de êxito que multiplica de forma correta é um líder de aliança. Você quer multiplicar? Então, honre a aliança que tem com Deus. Quem não procede assim vive estéril, e perde até aqueles que pensa serem seus.

Mais uma vez exemplificamos a atitude das duas partes de uma aliança como o casamento. Um homem e uma mulher, quando casam, não podem mais viver independentes um do outro. Gálatas 3:15 afirma: “Um testamento, embora de homem, uma vez confirmado, ninguém o anula, nem lhe acrescenta coisa alguma.” Ou seja, mesmo uma aliança comum, entre seres humanos, se for confirmada, frutifica. O fruto é a herança manifestada.

Somos pais e mães de multidões, mas se não houver aliança entre discípulos e discipuladores, a multidão será apenas um agrupamento. Há líderes que quase imploram para seus discípulos comparecerem às convocações para cultos de multiplicação, para não passarem vergonha. Aí não há compromisso. Nossa atitude deve ser de nos tornarmos um com o discipulador, para juntos guerrearmos, vencermos e arrancarmos a ovelha da boca do urso e da boca do lobo. Assim, nosso rebanho será intocável.



Deus diz: “Eu te farei multiplicar extraordinariamente”. “Extraordinário” ultrapassa o que é ordinário. É o prenúncio do dilúvio que Deus vai trazer sobre nós da grande multiplicação. Deus está salvando o Brasil! Alegre-se, porque Deus está olhando para o Amazonas e a nuvem do avivamento está sobre nós.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SUA VISÃO MAIS ALÉM

Encontramos o povo de Israel pedindo a Deus um rei, pois gostariam de ser como as outras nações. O pedido de Israel foi uma ofensa a Deus, pois o pedido do povo dava a entender que o modelo estabelecido por Deus sobre eles não oferecia mais segurnça . Deus mandou que Samuel fosse a procura de um criador de jumentas para ser o rei de Israel, e assim Samuel fez, encontrou Saul e o separou para ser rei. Nessa primeira parte da história devemos enteder que Deus mesmo dando um rei a Israel, deu também a sua reprovação, pois ao permiter que um criador de jumentas fosse o rei, Ele estava sinalizando que o seu povo era como jumentos, rebeldes. E vemos ao passar da história que Saul foi reprovado por Deus em três provas. Na primeira Samuel se demorou a chegar para oferecer o sacrificio, e Saul movido por circunstãncias, ofereceu, mesmo sem ter legalidade para tal ato, pois ele não era sacerdote. Na segunda prova fez um voto precipitado. Na terceira consultou uma feiticeira. Essse foi o homem que o povo quiz como seu rei, abandonando o próposito de Deus , seguiu seu próprio coração. Muitas vezes estamos na mesma situação de Israel, ficamos contendendo com Deus, e querendo insiná-lo a fazer as coisas, que achamos certo. Não ficamos no próposito de Deus, e ai tomamos decisões que afetam todo o curso da nossa história; Cuidado! você pode esta tomando uma direção reprovada por Deus, analize os acontecimentos, veja os sinais, e siga a direção que Deus estabeleceu pra sua vida.